Fechei os olhos,
Acordei nos seus braços,
DROGA DE CANSAÇO,
Feridas escuras de um presente de glórias,
Penso nas submersões das suas verdades,
E reconheço e espero que calem as minhas forças,
Perdigueira e faceira saudade,
Chega de mansinho se entrelaça em minha jugular
Como um incubo da noite Você me suga ate meu ultimo suspiro,
Retrocesso inesperado cada um por si,
Sempre esperando pelo fim,
Noite depreciada pela névoa do olhar,
Aquele brilho que um dia eu vi passar,
Nas batidas do tambor encontrei todo meu rancor,
Por esta Terra fétida de sanguinário,
Onde o poder pode compra um querer,
Eu lutar por seu perdão nem pensar,
Não aceito seus versos de direção,
Pois quem ama a rota encontra,
Caminhar juntos pelos delírios deste mundo,
Se me queres e assim o desejo arde em mim,
Não me peça pra mudar,
não me fale pra ter calma,
Olhe nos meus olhos e sentiras emoção com coração,
Carência nos meus dedos sem os teus afagos,
Amanheci por cima das garrafas outro porre talvez,
.

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