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quinta-feira, 24 de março de 2011

Perdida,no submundo,da hipocrisia!



Amar eu não posso,ainda não sei,
Fugir,sou louca,mais irei assim que amanhecer,
Não sabes,da paixão,ja tiveste,um coração,
Nunca perdoarei, aquele que um dia disse que me amaria,
Somente,desejarei a ele um sentimento,igual ao que sempre me dedicaste,
Verdades,se aproximam,O pecado me persegue,e sempre consegue,
Me entrego ,cansada de glórias, refúgio,
Onde moro ,não mais sei,quero colo,nada aparece..
Sempre triste,mais,aparente,força total,
Quando os demônios sobem o vale,meu espírito se ausenta,para furtar um pouco da Tormenta;Sol me invade,quase tarde,muita saudade,
Perigo constante,sinais relevantes,
Sempre me questionei,sobre surdo,como posso sentir,se não posso ouvir,
Hoje entendo que não te toco,mais te gosto,
Sempre a noite fico na sacada,esperando uma lufada,do mais puro vento,para tentar sentir,seu canto;
Ja furtando vou me desligando ,antes então do sermão,que ja se faz,por mais um então,
Não me digas que estou louca,por querer muito sua boca,
Não me entrego,mais te espero,sem forças e ainda mais doida,
Somente hoje,não quero chorar,somente hoje,eu vou ficar,
Por mais uma noite,sem amor,ficara tua dor,
Querendo morrer,mais sem perder,o espirituoso humor;
Paciente,como um demente que espera sua visita de domingo,
Como morfina,nas veias,meu peito incendeia, lágrimas de fogo,desce pelo esgoto,
Amigo surge, mais não me ilude,
Não tem mais jeito,quero seu peito,sobre o meu...
Sufoco sem o ar, não da mais para esperar..
Deuses me ajudem,antes que se cruze,a linha do imaginário,

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