Bate o relógio sempre na madruga,
Insônia ou fome não somente seu nome,
Face de um burguês,
Pes descalço ao asfalto,
Ando sem direção sob o luar,
Silencio noturno outra difusão,
Frase ocular vou ter que sugar,
Sentimentos de alguem ou me fazer refem,
Não digo adeus burrice ou medo,
Meu segredo martirizo meu juízo,
So invoco meus destroços vão rolando ate chegar,
Em teus pes quero descansar luta perdida batalha vencida,
Sofro mais não morro,
Doi no peito tal desconforto,
Sera exagero? ou so desprezo,
Guerra e paz juntas aqui,
Conflito insano,
Assim eu profano,
Sempre a falar tudo que sinto,
Acabando com o prazer de sofre no silencio,
Desprezo sua ajuda asim sinto mais sua fulga,
Faltou nossa coragem,
Jorrando o sangue que sobrou em minha veia,
Eu escrevo em meu peito com letra nítidas o nome do verso,
SAUDADE........................

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